
Por
Eduardo Sani
O consumidor de 2026 vive em um cenário de excesso de estímulos, com tecnologia onipresente e escolhas cada vez mais conscientes.
Pesquisas globais de mercado indicam um público mais seletivo, que valoriza relevância, experiência e propósito, ao mesmo tempo em que demonstra fadiga com mensagens genéricas e invasivas.
A jornada de compra deixou de ser linear e passou a acontecer em múltiplos pontos de contato, do streaming à loja física, do áudio ao mobile ads. Nesse contexto, atenção torna-se um ativo escasso e a comunicação precisa ser inteligente, personalizada e contextual para gerar resultados.
Em 2026, a jornada do consumidor deixou definitivamente de seguir um caminho previsível entre descoberta, consideração e compra.
Hoje, o processo acontece em um ecossistema dinâmico de pontos de contato, no qual o consumidor alterna entre dispositivos, plataformas e ambientes físicos e digitais ao longo do dia.
Um conteúdo visto na CTV pode gerar interesse, reforçado por um podcast durante o deslocamento, validado em redes sociais e convertido no e-commerce ou no ponto de venda físico.
Cada interação ocorre em contextos distintos, com níveis diferentes de atenção, intenção e expectativa. Para as marcas, significa que não basta estar presente, ou seja, é preciso entender o momento certo, o canal adequado e a mensagem relevante.
A fragmentação da jornada exige estratégias de mídia integradas, orientadas por dados e capazes de acompanhar o consumidor em movimento, respeitando seu contexto e sua experiência.
Em um cenário de jornadas fragmentadas e atenção escassa, a Mídia Programática é essencial para conectar negócios e consumidores com escala e inteligência. Confira alguns canais para 2026:
A CTV se consolida em 2026 como um dos principais ambientes de atenção qualificada. Diferente da TV tradicional, o streaming permite segmentação avançada, mensuração precisa e entrega de mensagens alinhadas ao contexto de consumo.
Inserida em momentos de lazer e alto engajamento, a Mídia Programática em CTV conecta alcance, impacto visual e dados, ampliando o papel do vídeo na construção de marca e na influência da decisão de compra.
O DOOH leva a inteligência da mídia digital para o ambiente físico. Em 2026, telas conectadas em ruas, shoppings, academias e pontos de venda permitem ativações baseadas em localização, horário, fluxo e contexto.
Essa combinação transforma o impacto visual em comunicação relevante, conectando o mundo offline à lógica de dados, automação e mensuração da programática, sem interromper a experiência do consumidor.
O áudio digital ganha força como formato de alta atenção em rotinas multitarefa. Podcasts e outros streamings de áudio criam uma relação íntima com o consumidor, em momentos como deslocamento, treino ou trabalho.
A Mídia Programática permite inserir mensagens contextualizadas, com frequência controlada e segmentação precisa, tornando o áudio uma alternativa eficiente para construir lembrança de marca sem gerar ruído ou interrupção excessiva.
O Retail Media é um dos pilares da mídia em 2026 ao unir inventário, dados de comportamento e intenção de compra. Com base em first-party data, marcas conseguem impactar consumidores próximos da conversão, tanto no ambiente digital quanto no físico.
A programática amplia esse potencial ao integrar campanhas de awareness, consideração e performance dentro do ecossistema de varejo, conectando mídia diretamente a resultados de negócio.
Formatos imersivos e interativos ganham relevância à medida que o consumidor busca experiências mais envolventes. Vídeos interativos, rich media, realidade aumentada e ativações gamificadas permitem que o usuário participe da mensagem, em vez de apenas a receber.
A distribuição desses formatos em escala, respeitando contexto, dispositivo e momento, transforma a comunicação em experiência e aumenta o impacto da marca na jornada.
Com a evolução das regulações de privacidade e a redução do uso de cookies de terceiros, marcas e anunciantes precisam repensar suas estratégias de dados.
Em 2026, o contextual e o uso inteligente de first-party data se consolidam como pilares da mídia programática. Ao analisar conteúdo, ambiente, intenção e momento de consumo, o targeting contextual permite entregar mensagens relevantes sem invadir a privacidade do usuário.
Já os dados proprietários fortalecem relações diretas, aumentam a precisão das campanhas e garantem conformidade regulatória. Combinadas, essas estratégias criam experiências mais relevantes, seguras e sustentáveis para empresas e consumidores.
Em 2026, medir apenas alcance e cliques já não reflete o impacto da mídia. Com jornadas fragmentadas e excesso de estímulos, a atenção é a métrica mais importante.
Indicadores como tempo de exposição, visibilidade qualificada, contexto, frequência efetiva e engajamento passam a orientar decisões de mídia. Além disso, métricas de qualidade, como brand lift, recall e influência na consideração, ganham protagonismo.
A Mídia Programática permite integrar esses indicadores a dados de performance, oferecendo uma visão mais completa do impacto das campanhas na experiência do consumidor e nos resultados de negócio.
A Mídia Programática deixa de ser apenas um meio de entrega eficiente para se tornar fundamental na experiência do consumidor. Conectar dados, formatos e tecnologia é essencial para acompanhar jornadas não lineares e gerar relevância em cada ponto de contato.
A ADSPLAY atua nesse cenário integrando inteligência de dados, formatos inovadores e inventário qualificado para criar campanhas personalizadas, mensuráveis e alinhadas aos objetivos do negócio.
Entre em contato com nossos especialistas e saiba como sua empresa pode se conectar com o consumidor de 2026 de forma inteligente.
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