
Por
Eduardo Sani
No último ano, o crescimento das buscas sem clique, conhecidas como zero-click, alterou o modo como os usuários consomem informação na internet.
Cada vez mais, o Google responde às perguntas diretamente na página de resultados, reduzindo a necessidade de acessar sites externos. Como consequência, empresas e publishers enfrentam uma queda consistente no tráfego.
Esse cenário desafia estratégias digitais tradicionais, baseadas quase exclusivamente em cliques. Para continuar gerando demanda, visibilidade e resultados, marcas precisam repensar sua presença digital e adotar abordagens que vão além da busca orgânica.
O fenômeno do zero-click ocorre quando o usuário realiza uma busca e encontra a resposta diretamente na página de resultados, sem a necessidade de clicar em nenhum site.
À medida que o Google passou a priorizar recursos como featured snippets, painéis de conhecimento, respostas instantâneas, seções de “People Also Ask”, isso se intensificou.
Essas funcionalidades atendem especialmente a buscas informacionais, comparativas e de topo de funil, como definições, listas, preços médios e recomendações iniciais.
Para os negócios, o impacto é significativo. Marcas, publishers e e-commerces perdem tráfego qualificado, veem o CTR orgânico diminuir e enfrentam maior dificuldade para conduzir o usuário ao longo da jornada de compra.
Mesmo conteúdos bem ranqueados deixam de gerar visitas, o que afeta monetização, geração de leads e a previsibilidade de resultados das estratégias digitais.
A Mídia Programática permite que marcas recuperem o controle da jornada do consumidor, impactando usuários com base em dados e comportamento, mesmo quando a busca não gera cliques.
A atuação vai além da busca, conectando intenção, contexto e presença contínua ao longo do funil. Veja mais:
Mesmo quando não há clique, a busca indica uma intenção clara. Essa sinalização pode ser aproveitada para reimpactar o usuário em outros ambientes digitais, como portais de conteúdo, aplicativos, vídeo online e plataformas de streaming.
Dessa forma, a marca permanece presente após o momento da pesquisa, reforçando sua proposta de valor e conduzindo o consumidor para novos pontos de contato, sem depender exclusivamente da SERP.
Ao invés de esperar que o consumidor volte a pesquisar, a comunicação passa a acompanhá-lo em sua navegação cotidiana. Com formatos como display, vídeo, native, dooh e CTV, é possível entregar mensagens relevantes em diferentes contextos e momentos do dia.
Com isso, amplia o alcance, garante frequência controlada e reduz a dependência de tráfego orgânico como principal fonte de visibilidade digital.
As buscas sem clique impactam principalmente as etapas iniciais da jornada. Estratégias focadas em presença constante ajudam a fortalecer o reconhecimento, a confiança e a familiaridade com a marca.
Ao trabalhar narrativas, diferenciais e provas de valor antes da decisão final, as empresas aumentam a probabilidade de serem escolhidas quando o consumidor estiver pronto para avançar para a conversão.
Com menos visitas orgânicas, os dados próprios ganham ainda mais relevância. Informações de CRM, leads, clientes ativos e históricos de interação permitem criar audiências qualificadas, personalizar mensagens e gerar públicos semelhantes.
Portanto, garante mais eficiência nas campanhas, reduz desperdícios e mantém a comunicação relevante, mesmo em um ambiente digital cada vez mais competitivo e menos orientado a cliques.
O clique, isoladamente, não mostra o real desempenho, pois ignora interações importantes que acontecem antes da conversão. Visibilidade, exposição e influência passam a ter um papel central na avaliação de resultados.
Indicadores como alcance, frequência, viewability, brand lift e engajamento ajudam a medir awareness e consideração, etapas fortemente impactadas pelo zero-click.
Além disso, métricas de conversão assistida permitem entender como diferentes pontos de contato contribuem para a decisão final, mesmo que não sejam o último clique.
Modelos de atribuição mais completos oferecem uma visão mais fiel do impacto no negócio, conectando investimento em mídia, construção de marca e geração de receita.
O avanço do zero-click deixa claro que o futuro do marketing digital vai além do clique. Com a atenção do consumidor cada vez mais fragmentada, marcas precisam adotar estratégias que combinem dados, presença contínua e influência ao longo de toda a jornada.
A busca continua relevante, mas já não pode ser o único pilar de crescimento. Soluções baseadas em alcance inteligente e mensuração mais completa permitem recuperar o controle, gerar demanda e construir valor de forma consistente.
Quer entender como a ADSPLAY pode ajudar sua empresa a crescer mesmo em um ambiente onde o clique já não é garantido? Entre em contato e entenda como a Mídia Programática pode transformar sua estratégia digital.
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